Bravo! Bravo!

BOCAGE (de parte ao 1.^o poeta)

Não é glosa: é rol da roupa!

2.^o POETA (continuando)

No dia cinco e seis vezes
Correm, sem que isto as affronte,
Dos perfumes do Le-Conte
Ás lojas dos genovezes;
Não faltam nos entremezes;
De casa, nem um vintem;
Trazem fiado o que tem
E na roca não põem mão:
Ou é milagre, ou então
«Eu não sei d'onde lhes vem!»

D. FELICIA (debruçando-se encantada e applaudindo)

Bravo!… Lindo!… Bravissimo… Uma suspensão!… uma suspensão!

(Alguns applausos nos quaes se distingue Mestre Amancio.)

2.^o POETA (a Bocage rindo)

Que tal?