COMPADRE AMANCIO

O volantim do Marquez… De qual Marquez?… (olhando) Ai! é o do sr. Marquez de Marialva! (o volantim, passa, e dirige-se rapidamente á casa da D., que dobra.) Lá vae… Como elle vae!… (a onda do povo dirige-se para aquelle lado, como para observar. Compadre Amancio precede-a.) Aonde irá? (Olhando para fora. Attonito.) A casa do mercador Manuel Simões!… Vae… Entrou… (Voltando ao Compadre.) Compadre Theotonio, compadre. Grande novidade!… Querem ver que o Marquez vem a casa do Manuel Simões!… (observando) Vem… Lá estão já os caixeiros com as tochas á porta, e o patrão no patim!

COMPADRE THEOTONIO

Nós que temos com isso?

SCENA XV

OS DITOS e MORGADO (que se aproxima procurando o Commendador)

2.^o POETA

É feliz este Manuel Simões! Compadre do Marquez de Marialva!… e já o foi do outro… Por isso lhe chove a freguezia, que está podre de rico… (a Compadre Theotonio.)

COMPADRE THEOTONIO (a Compadre Amancio)

O Marquez de Pombal é que era o nosso!