Um ginja quer copia d'aquelles versos que recitou ainda agora, e dá por ella uma moeda d'ouro… (instando) Podiamos repartir ao meio…
BOCAGE (atalhando)
Fique-se ahi, ou estraga o negocio.—Ámanhã lhe dou a copia… se me lembrar ainda. E guarde para si o que lhe offereceram. O sr. mestre póde vender barbas e sonetos, se quizer… (Compadre Amancio desfaz-se em agradecimentos.) A lyra de Bocage ninguem a paga!
(Repiques, foguetes ao longe. Afflue o povo. Está a festa no auge da animação.)
OS POETAS
Mote, mote… Minhas senhoras, venha mote!
(Cae o panno)
FIM DO SEGUNDO ACTO
ACTO III
*Em janeiro de 1786*