MARIA GERTRUDES
O coração… Nem, eu sei.—O sr. Bocage diz-me coisas como ninguem… (inadvertidamente) mas o outro…
D. MARIA JOANNA
Ah!… Ah! temos outro!…
MARIA GERTRUDES (toda balbuciante)
Eu disse outro? (animando-se.) Disse. Disse, porque é verdade… (acudindo.) A culpa não é minha!
D. MARIA JOANNA
Está visto. Pois nós temos culpa nunca d'essas… complicações!—E o outro?
MARIA GERTRUDES (quasi chorando)
Foi um ingrato! Não posso, não devo mais lembrar-me d'elle…