ZÉ (tocando-lhe familiarmente com o cotovelo)

Ó sr. morgado, a fidalga tem uns olhos!… Ella sempre vale as duas loiras! (elevando a voz) Se vem a saber que foi tudo fingido… hein?…

MORGADO

Cala-te! (fitando-o) Com que então… (comsigo.) A final o assaltado sou eu. (Alto) Aqui tens duas peças. (Dá-lhe as duas.)

ZÉ (respeitosamente)

Não manda mais nada o sr. morgado?

MORGADO

A casa do feitor é para esse lado. Olha não te encontre.

É o mesmo. Não desconfia, já le disse. Até mais ver! (sae)