Ha uns signaes dentro da minha cabeça, como os signaes do Egypcio, como os signaes do Phenicio. Os signaes d'estes já teem antecedentes e eu ainda vou para a vida.
Não ha muros para que haja estrada! Não ha muros para pôr cartazes! Não está a mão de tinta preta a apontar—por aqui!
Só ha sombra do Sol nas larangeiras da outra margem; e todas as noites o somno chega roubado!
Mãe! As estrellas estão a mentir. Luzem quando mentem. Mentem quando luzem. Estão a luzir, ou mentem?
Já ia a cuspir para o ceu!
Mãe! a minha estrella é doida! Coube-me nas sortes a Estrella-doida!
Mãe! dá-me um cavallo! Eu já sou o gallope! Ha uma palmeira, Mãe!
O que quer dizer um anel? Tem uma esmeralda.
Mãe! eu quero ser as trez oleografias!
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Mãe!