E das brenhas no horror, no horror das grutas,
Companheiros das féras, monstros novos,
Vivão de sangue, como as féras vivem,
Na garra, e condição peiores, que ellas.
A Maldade em caracter convertida
Hé sempre mãi do crime, e a Natureza
Já despir-vos não sabe, Artes perversas.
Como ha de a voz saudavel do Remórso
Melhorar corações, depois que a peste
De corrupta Moral se arreiga nelles;