Penhor de amiga paz, ou o ameaço
Do trovão, que no bronze o pólo atrôa.
Eia, em que te detens, Varão prestante?
Por que inda não rebomba o som do raio
Nos insanos ouvidos? Por que em terra
Os féros baluartes não baquêão?
Porque o Regio Baixel não sólta os pannos,
E o barbaro palacio não fulmina?
Crês, que te hé dado achar sobre essa plaga
Huma só vez a fé? Jámais Astréa,