Ás honras de Mavorte as de Minerva,

Tambem te faz eterno este aureo Dia.

Se os Lusos, que pelejão sobre as praias,

E aquelles, que a Polaca prisioneira

(Sossobrado o Batel) retem no bojo,

Onde de longe os vexa o Mauro insulto;

Se todos volvem salvos, Obra hé tua.

Em quanto por auxilio a huns, e a outros

Envias Alexandre[10], nunca esquivo

Da nobre estrada, que trilhára o Grande,