Sacrilego infractor das Leis mais sanctas,

Delicto algum não vê, que em si não queira,

E dóe-se de o perder, se algum lhe escapa:

Maldade horrivel, que prodigio fôra,

Se estes dos homens sórdido refugo,

Desparzidos no Globo, o não manchassem.

Oh quanto mais se deve estrago, e morte

Ao barbaro Tropel, que hum trato amigo,

E aquella mutua fé, que enlaça os Povos!

Mas se robustas Mãos, que o Sceptro empunhão,