Le généreux Souza, qui sut domter l'amour
Dans ces climats ardens oú son feu nous dévore,
Et q'aprés Scipion la vertu [nomme] encore.
Á sombra de frondifera oliveira,
Por ti, ha tanto tempo, desejada,
(Graças ao creador Omnipotente.)
Te vejo, cara patria[1] reclinada.
No pelago espaçoso, que te cerca,
Ja não vês tremular hostis pendões[2].
Não ouves rebombar os horisontes[3]
Com horrorosos tiros de canhões[4].
De salitroso pó[5] que antes servia
Para ao longe mandar lethaes pelouros
Se ferreos tubos hoje tu carregas[6],
É só por festejar c'os seus estouros.
Centenares de Taós[7] prenhes de tygres,
Que ao pé de ti rasgavam cruelmente[8]
Meninas e donzelas delicadas
A teu Pai sujeitou[9] o Eterno Ente.