A menina corou.

—Não digas isto, é falso.

—É bem verdade.

—Elle te disse?

—Não, mas adivinhei-o antes de ti mesma.

—Pois te enganaste, e sabes que mais, não me falles nisto. Que me importa o que elle sente a meu respeito?

E a menina conhecendo que a emoção se apoderava della fugio, mas voltou da porta.

—Ah! esqueci-me de dar-te uma cousa que trouxe para ti.

Tirou a caixinha de velludo, e abrindo-a atou o bracelete de perolas ao braço de Isabel.

—Como te vão bem! Como assentão no teu moreno tão lindo! Elle te achará bonita!