—Sim, D. Isabel.

—Um irmão não deve tratar sua irmã pelo seu nome simplesmente? perguntou ella com timidez.

Alvaro hesitou.

—Sim, Isabel.

A moça recebeu essa palavra como um gozo supremo; parecia-lhe que os labios do cavalheiro, pronunciando assim familiarmente o seu nome, o acariciavão.

—Obrigada! Não sabeis que bem me faz ouvir-vos chamar-me assim. É preciso ter soffrido muito para que a felicidade esteja em tão pouco.

—Contai-me as vossas magoas.

—Não; deixai-as comigo; talvez depois as conte; agora só quero mostrar-vos que não sou tão culpada como pensais.

—Culpada! Em que!

—Em querer-vos, disse Isabel corando.