—Em que vos offendi eu para que me trateis assim?
—Desculpai-me, estou triste; em nada me offendestes.
—É que quando se commetteu uma falta...
—Uma falta? perguntou a menina admirada.
—Sim! respondeu o moço abaixando os olhos.
—E que falta commettestes vós, Sr. Alvaro?
—Desobedeci-vos.
—Ah! é grave! disse a moça com um meio sorriso.
—Não zombeis, D. Cecilia! Se soubesseis que inquietações isto me tem feito passar! Arrependo-me mil vezes do que pratiquei, e comtudo parece-me que era capaz de pratica-lo de novo.
—Mas, Sr. Alvaro, esqueceis que fallais de uma cousa que ignoro; sei apenas que se trata de uma desobediencia!