—Fallai; que quereis que eu faça?
—Um juramento; mas um juramento sagrado, terrivel.
—Qual dizei!
—Hoje esta mulher me pertencerá; entretanto se por qualquer acaso eu vier a morrer, quero que...
O desconhecido hesitou:
—Quero que nenhum homem possa ama-la, que nenhum homem possa gozar a felicidade suprema que ella pode dar.
—Mas como?
—Matando-a!
Ruy sentio um calafrio.
—Matando-a, para que a mesma cova receba nossos dous corpos; não sei porque, mas parece-me que ainda cadaver, o contacto desta mulher deve ser para mim um gozo immenso.