—Outra cousa.

—O que é?

O indio hesitou de novo:

—Se tu vires a cabeça de Pery desligada do corpo, enterra-a com as suas armas.

—Porque este pedido? A que vem semelhante lembrança?

—Pery vai passar pelo meio dos selvagens, e pode morrer. Tu és guerreiro; e sabes que a vida é como a palmeira: murcha quando tudo reverdece.

—Tens razão. Farei tudo quanto pedes; mas espero ver-te ainda.

O indio sorrio.

—Ama a senhora, disse elle estendendo a mão ao moço.

O seu adeus era uma ultima prece pela felicidade de Cecilia.