«Arací ama o mais forte e mais valente. Ella pertencerá ao vencedor, que vencer a bravura dos outros guerreiros, como venceu a vontade da espoza.»
A voz mavioza da virjem afagou a esperança de todos os campeões; mas seus olhos ternos só viam o nobre semblante de Jurandir, o escolhido de sua alma.
Os dois guerreiros travaram a pugna; os tacapes girando nos ares encontravam-se como dois madeiros arrojados pelo remoinho da cachoeira.
Afinal Pirajá, ameaçado pelo bote do adversario, recuou um passo do logar em que se postára. Pela lei do combate estava vencido, e teve de deixar o campo.
Arariboia tomou seu logar; e o combate proseguiu com varia fortuna até Corí que, expelindo o vencedor, manteve-se firme contra todos que vieram disputal-o.
Faltava Jurandir. O estranjeiro avançou gravemente, como convinha a um grande guerreiro da nação araguaia.
Elle queria dar ao vencedor de tantos combates o tempo precizo para descansar.
A mão do guerreiro arrastava pelo chão o tacape, que desdenhava erguer para um combate sem gloria.
Quando Jurandir se achou em face do vencedor, levantou a voz e disse: