Sem afastar do rosto o pompon do pó de arroz, Camilla interrogou com certa indifferença:

—Que é?

—Trata-se do senhor seu filho.

—Meu só?! tem graça...

—Tem graça? Olha, eu é que lhe não acho nenhuma! Está um bilontra, o tal senhor!

—Aposto, meu velho, em como você vem por ahi com recriminações?!

—Certamente; porque afinal de contas a verdadeira culpada das patifarias do rapaz és tu.

Camilla voltou-se indignada, com os olhos chammejantes de colera:

—Hein?!

—Não dou um passo na rua que não encontre um credor do senhor meu filho!