—Estás doida!

—Nunca o estive menos!

—No tempo em que Maria era viva nunca pensaste nisso, e então agora.... Ora adeus!

—No tempo de Maria eu não era lá precisa para nada; e agora sou.

—Precisa? Em casa do Argemiro?! Para que? Estás sonhando...

—Bem acordada. Vocês é que estão dormindo...

—Hum... já sei... deixa lá a rapariga em paz, minha velha ciumenta; exclamou o barão, rindo e cavalgando de novo a luneta no nariz.

—Tambem tu!...

—Tambem eu...

Que diabo! tu imaginas um mundo ao teu feitio e queres governal-o a teu bel-prazer? Guerrear a moça? por que? Porque é limpa, economica, dirige bem a casa do teu genro e ainda por cima dá lições uteis á tua neta? mas isso é uma insensatez!