—Pulaste a cerca! muito bonito! Então uma menina pula cercas?!

—Foi para entrar na horta...

—Vem cá... deixa-me abotoar-te... ora... ora ..

Os dedos da baroneza prolongavam de proposito a operação, só pelo prazer de estarem em contacto com o corpo adorado da neta.

A menina debatia-se por fim, morta por correr para o pomar ou para o jardim.

—Fica quieta...

—Vovó! ande depressa...

—Para que?

—Ainda não dei couve aos coelhos e quero engordal-os para levar um a D. Alice. Ella disse que...

—Bom. Vae-te embora!