Os dois rapazes viviam como irmãos!

Passaram-se annos assim, até que um dia entraram ambos em casa, um radiante, outro constrangido. Que se passara? Não o soube nunca; mas por mal d'ella o constrangido era o filho, que entrou a empallidecer... a não dormir... emquanto o outro prosperava!

—Meu filho! que tens?

—Nada...

—Escondes-me alguma coisa!

—Nada...

—Quero-te alegre!

—Mas eu estou alegre... acredite que estou alegre e que sou feliz.

Era sempre o que elle affirmava.

—Elle mente-me! pensava a mãe amargurada. E a sua obra, a alegria, a ambição de glorias que, durante tantos annos se esforçara por implantar no filho, sumia-se, derrocava-se, sem que lhe fosse possivel, a ella, amparal-a para a reconstruir!