—Affirmo-lhe que não.

—Devo-lhe muito...

—Não me deve nada.

—Tel-a-ei offendido?

—Não...

Estava elle outra vez encalhado. Nem para traz nem para deante, sem saber que dizer, todo olhos para o rosto, que já desapparecia sob o véozinho bordado.

—D. Alice!

A moça respondeu com um olhar timido.

Elle calou-se. Parecia-lhe impossivel aquella estupidez!

—Então a senhora vae-se mesmo embora...