—Então…
—Então tem vocemecê razão—concluiu impertinentemente o padre.
—Muito bem—propôz o doutor.—Para sahir de duvidas queres tu vir comnosco bater a mata esta noite para conhecer o coelho?
—Quero, sim.
—Muito me hei de rir esta noite!—exultou o padre, saltando abaixo da cama.
—Mas promettes não assassinares a pequena na furia do teu ciume?
—Não creio verdadeira a vossa supposição, mas se o fosse…
—Que farias? Ora dize lá—perguntou o padre, piscando um olho emquanto esperava a resposta.
—Achava essa mulher tão desprezivel que…
—Pumba! Ora ahi temos outra. Na verdade ha nada tão desprezivel como uma mulher que abre a porta a qualquer pessoa de preferencia ao menino Mauricio, a joia dos namorados!—ponderou zombeteiramente o padre.