Ao chegar alli descobriu no muro sobranceiro ao lado menos accessivel da collina, uma rapariga sentada costurando.
A baroneza adivinhou logo que era Bertha e applaudiu-se do palpite que a fizera desviar do caminho para subir alli.
Bertha saudou-a affavelmente, como quem tambem a reconhecêra.
A baroneza dirigiu-se-lhe sem rodeios.
—Não é verdade que é a menina Bertha da Povoa que tenho a felicidade de encontrar aqui?
—Sou, sim, senhora baroneza… porque me parece que estou fallando com….
—Justamente. Achamo-nos pois conhecidas. Tanto melhor, para não perdermos tempo com apresentações. Agora permitte-me que a abrace, como a uma pessoa a quem estimo?
—Oh minha senhora!
E as duas mulheres abraçaram-se, saudando-se affectuosamente, como se uma subita sympathia as aproximasse.
—Sabe—proseguiu a baroneza, sentando-se ao lado de Bertha—que ia procural-a?