—E é, promette fazel-a?
—Dize lá.
—Mas promette?
—Mas dize primeiro.
—Não, senhor, prometta antes.
—Bem sabes que te não digo que não.
—Mas então que dúvida tem em prometter?
—Está bom, prometto.
—Dá-me a sua palavra?
—Dou a minha palavra—disse Manoel Quentino, rindo.