—Pois o que eu queria pedir-lhe—disse Cecilia, passando os dedos por entre os cabellos brancos do pae—era que comprasse outro guarda-chuva, que, a fallar verdade, aquelle sempre está!…
—Ora! cuidei que era outra cousa!
—Não importa; mas prometteu.
—Pois sim; mas escuta…
—Ágora escuto, que tenho mais que fazer.
E retirava-se apressada para não ouvir, dizendo:
—Não quero saber, prometteu!
D'ahi a pouco era o pae que a chamava.
—Cecilia, ó Cecilia! anda depressa ver um vapor no mar.
Cecilia correu á varanda.