As vistas d'este tinham-se tambem fixado no lenço, e parecia examinal-o cada vez com mais curiosidade.
—Dá-m'o—disse Jenny, estendendo a mão para recebel-o.
—Não posso—respondeu Carlos, retirando a sua, a rir.
—Dá-me licença?—disse Manoel Quentino, estendendo tambem a mão para elle.
—Para o entregar a Jenny depois?
—Não, não é; queria ver…
—Que tem você a ver com este lenço?—perguntou Carlos, dando-lh'o.
Jenny mostrava-se cada vez mais inquieta.
Manoel Quentino examinava o lenço com attenção.
—É celebre!—dizia elle—É exactamente um dos lenços que eu dei a minha filha no dia dos annos d'ella.