—Eu, não—disse Jenny sem olhar para o irmão.
—Venho de casa de Manoel Quentino.
—De casa de Manoel Quentino? E a que foste lá?
—Pedir perdão a Cecilia.
Houve um intervallo de silencio.
Jenny voltára-se subitamente para Carlos, fixando n'elle o olhar serio e penetrante; Carlos com a cabeça baixa parecia todo absorvido na tarefa de contar o numero de coraes, de que se compunha a enfiadura.
—Dizes a verdade, Charles?—perguntou Jenny, ainda immovel, e continuando a fital-o.
—Então por que não ha de ser isto verdade?—replicou Carlos, tambem na mesma posição.
-E fallaste-lhe?
—Fallei.