A agitação de Cecilia augmentava.

—Antonia!—bradou ella, vendo passar a criada no corredor—Tenha paciencia; eu não posso socegar. Esta incerteza mata-me, vá, vá você ao escriptorio, vá por ahi, vá saber… vá procurar… O snr. José Fortunato está agora aqui e… Vá. vá.

—Ó menina! não vê que é noite fechada?! Uma mulher só por essa cidade abaixo, feita uma Maria tola!

—Ó creatura, então que tem?

—Ora essa? Então que tem?!

—Não é bonito, não—concordou José Fortunato, tomando posição mais commoda.

Cecilia não lhe deu resposta, correu de novo á janella.

A rua estava deserta.

—Olhe se lhe faz mal esse ar—dizia José Fortunato.—A menina parece que está já um pouco tomada da garganta. É preciso cautela; estas constipações despresadas… Seria bom beber alguma bebida quente.

Ah! snr. José Fortunato, snr. José Fortunato! ahi anda já um pouco de egoismo; a hora do chá vae passando. Ó barro humano!