—Forte tola!

—E elle então que é uma figura! Não o conhece?

—Eu não.

—É mesmo cinco réis de gente. Um desconjuntado, um lorpinha…

—São gostos.

—É assim; diz bem. Mas então a sua ama…

—Essa… por emquanto… É aqui como a sua vizinha.

—Qual?

—A do inglez, a filha do patrão lá do meu amo.

—Ah! Essa então! É aquillo que alli está. É uma boa menina, isso é; muito amiga da pobreza… Exquisita como todas as inglezas, mas no mais… Olhe que, desde que somos vizinhas, ainda não teve uma palavra que me dissesse! Á janella ninguém a vê, e quando passa por aqui, faz-me uma cortezia muito séria e mais nada.