—Devéras?!

—Asseverou-m'o hontem o Brito, que, como sabem, é todo d'elle.

—Terrivel catastrophe!

—Deixa lá. O Chico o mais que quer é empregar-se. Ora o Rialva, pae, tem influencia e, feitas as pazes do estylo…

—Sim, as pazes sentimentaes dos quintos actos dos dramas.

—Que influencia tem o Rialva?—perguntou, encolhendo os hombros, um mallogrado aspirante á eleição popular.

—Não. Está feito! O cunhado é empregado na secretaria do reino…

—E o ministerio deve-lhe serviços.

—Estás enganado. Foi moda fallar-se ahi muito nos serviços eleitoraes do Rialva; pois eu digo-vos que elle nem quatro votos arranjou ao Roboredo.

—Como não arranjou? Ó menino! Pois quem levou lá o Roboredo?