Carlos não ousou erguer os olhos para a irmã.

Vendo-a saír, voltou-se para os seus antigos companheiros, que principiavam a formular desculpas, e disse-lhes com provocadora frieza:

—Espero que estará satisfeita a sua curiosidade. Ordenam mais alguma cousa?

—Desculpa, Carlos; nós julgamos…

—Tu bem vês que não sabiamos…

—Ó menino, acredita que…

—Palavra, que pensei que era a do dóminó.

—Tambem eu.

—Espero que não leves a mal.

—Aquillo era brincadeira.