Carlos retirou-se tambem ao quarto.

XXXV

A SENTENÇA DO PAE

Manoel Quentino, ficando só na presença do patrão, não se sentia á sua vontade. Foi pois com verdadeira satisfação que recebeu um recado de Cecilia, a pedir-lhe que a acompanhasse a casa.

Despediu-se de Mr. Richard, a quem dirigiu pela segunda vez mal formuladas desculpas, que o inglez recebeu com affabilidade, e ao mesmo tempo com ares de quem preferiria não ouvir fallar mais em tal.

Manoel Quentino foi ter com Cecilia, que estava na outra sala com Jenny.

—Cecilia, perdôa-me se duvidei de ti;—disse elle com a voz suffocada—perdoa a minha imprudencia de ha pouco, filha; foi uma loucura. Bem o vejo agora. Perdôa-a ao muito amor de teu pae…

A commoção não o deixou continuar.

Cecilia lançou-se-lhe, chorando, nos braços.

—Manoel Quentino, que está a fazer?—disse Jenny—Não vê como a afflige?