—Quer obrigar a partir Charles, quando elle levaria comsigo, no coração, alguma cousa que o não deixaria ser feliz no desterro—porque é um desterro a que o vae condemnar; quer obrigal-o a partir, quando, atraz de si, aqui, deixaria alguem, que sentiria essa ausencia como uma condemnação cruel…
Mr. Richard olhou admirado para a filha, ao ouvil-a fallar assim; depois, com ar mais grave do que até ahi, respondeu, parando defronte d'ella:
—Não, Jenny; quero obrigar a partir Charles para acabar a tempo com um capricho, que podia vir a fazer a infelicidade d'elle e…—depois de hesitar por algum tempo, o velho inglez concluiu:—e d'ella, d'esse alguem de quem tu fallas, supponho eu. Não vês que é uma inclinação de dois dias essa de Carlos?
—Não é, senhor, não é. Eu sinto que não é. D'esta vez bem vejo que é sincera.
Mr. Whitestone encolheu os hombros, sorrindo.
—A Jenny ainda não aprendeu a conhecer seu irmão.
—Tenho seguido passo a passo, desde o principio, esta paixão de
Charles. Já desconfiei d'ella tambem; já receei por Cecilia, e tentei
dissuadir meu irmão do que imaginei não passar n'elle de um capricho.
Depois reconheci que me enganára.
Mr. Richard abanou a cabeça, em signal de duvida.
—Ha quanto tempo te convenceste da sinceridade d'essa paixão em
Carlos?…
—Ha muitos dias; desde…