Cecilia e Manoel Quentino correram ao encontro de Jenny.
—Estranham-me a madrugada? Que querem? Não pude dormir toda a noite com a lembrança d'esta visita. Desejava encontrar ainda em casa o snr. Manoel Quentino e como sei dos seus habitos matinaes…
—Ainda tenho meia hora—disse o guarda-livros, consultando o relogio.
—O fim da minha visita é simplesmente entregar-lhe em mão propria uma mensagem de meu pae. Quer ver?
E passou para as mãos do velho a carta, que o leitor conhece já.
Emquanto Manoel Quentino se dispunha a lel-a, Jenny dizia a Cecilia:
—Então como vae esse coração?
—O coração?
—Sim; eu não quero que elle se deixe curar senão por mim. Entendes?
—E acha-o doente?—perguntou Cecilia.