—E acha-o são?—perguntou Jenny, imitando-a.

Cecilia ia a responder, mas suspendeu-se, olhando para o pae.

—Jesus! Que tem meu pae? Olhe!

Manoel Quentino, que acabára de ler a carta de Mr. Richard, estava efectivamente perturbado; fizera-se pallido, e tremia olhando para o escripto, que conservava na mão.

Jenny sorriu.

Cecilia correu para o pae.

—Que é isso? que é o que tem?

Manoel Quentino mostrou-lhe em silencio a carta do inglez.

Cecilia leu-a em um relance de olhos. No fim, banhada de lagrimas, abraçou o pae com transporte.

—Oh que felicidade, meu pae!