E preparou-se para ir ver quem era.
Cecilia, ao ouvir a criada, córada de maneira particular e sob não sei que pretexto, recolheu-se ao quarto.
É que se lembrou, n'aquelle momento, de um bilhete, que na vespera recebera de Jenny, com estas sós palavras:
«Desejo-te e agouro-te muito risonhas madrugadas.»
Assignada—«Tua irmã, Jenny.»
Logo que Cecilia saiu, Antonia chegou-se ao pé de Manoel Quentino e disse-lhe em ar de mysterio:
—É elle outra vez!
—Elle quem?
—O filho do inglez.
—Carlos?!