Foi com alvoroço que Manoel Quentino desceu as escadas e chegou á presença do irmão de Jenny.

Carlos não estava menos agitado. Nos seus gestos e palavras havia uma gravidade, que Manoel Quenlino lhe estranhou.

Não se sentiam á vontade um na presença do outro, o que não é para admirar depois das scenas occorridas entre ambos.

Carlos rompeu primeiro o silencio.

—Manoel Quentino, eu venho aqui para um fim muito serio e de maxima importancia para nós ambos.

Depois de curto intervallo de pausa, acrescentou:

—Venho aqui pedir-lhe a mão de sua filha.

Manoel Quentino deu um salto na cadeira, em que estava sentado.

—Pedir a…?

—A mão de Cecilia—repetiu Carlos, com firmeza.