—Então?

—A miss Jenny sabe que a minha irmã estava a servir ahi para fóra da cidade. O trabalho era muito, coitada, e ella era tão fraca! Lidou quanto pôde, até que emfim caíu doente. Vae para casa de minha mãe. Mas como ha de tratal-a a pobre de Christo? ella, quasi entrevada e cega? Meus irmãos andam todo o santo dia por fóra, e para pagar á enfermeira?… Quem pensa n'isso? Assim vou eu… e, quando ella se achar melhor, se a miss Jenny me quizer outra vez…

—A Luiza não póde de modo nenhum deixar-nos agora.

—Mas…

—Escute; se quizer tratar de sua irmã, traga-a para ahi.

—Ó minha senhora…

—Prepare-lhe aquelle outro quarto do mirante.

—Seja por amor de Deus…

—Olhe, Luiza—apressou-se a interrompel-a Jenny—vá ver se me aprompta aquelles punhos que eu lhe disse, vá.

—Vou já fazel-o, minha querida senhora—disse a rapariga, a quem palpitava o coração alvoroçado de contentamento.