—O sr. Anselmo não quer para lá nada?—perguntei.

—Não; quero que tenha muita saúde.

Fitou-me carinhosamente:

—E veja se engorda, coma-lhe! Parece que anda magro, homem... Dê cá um abraço.

Estreitá-mo-nos peito com peito. Éramos dois amigos velhos... Comovi-me; e visto que se faziam horas de jantar, segui rua abaixo.

—Até à volta!

—Até à volta!...

O sol abrasava. Quando dobrei a esquina, olhei. O boticário tinha vindo à porta, dizia-me adeus de lá,—com a mão...[{65}]

Sr. Anselmo

(Perfil grotesco dum provinciano ilustre)