Depositou o manuscripto sobre meza e logo o dictador dirigiu-se ao interlocutor de ainda agora:
—Que ha, Bustamante? e o batalhão, vai?
O homem approximou-se mais, um tanto amedrontado!
—Vai bem, Marechal. Precisamos de um quartel... Se V. Ex. desse ordem...
—É exacto. Fala ao Rufino em meu nome que elle póde arranjar... Ou antes: leva-lhe este bilhete.
Rasgou um pedaço de uma das primeiras paginas do manuscripto de Quaresma, e assim mesmo, sobre aquella ponta de papel, a lapiz azul, escreveu algumas palavras ao seu ministro da guerra. Ao acabar é que deu com a desconsideração:
—Ora! Quaresma! rasguei o teu escripto... Não faz mal... Era a parte de cima, não tinha nada escripto.
O Major confirmou e o presidente, em seguida, voltando-se para Bustamante:
—Aproveita Quaresma no teu batalhão. Que posto queres?
—Eu! foz Quaresma estupidamente.