—Cousa véia, do tempo do captiveiro—p'ra que sô coroné qué sabê isso?

Ella fallava arrastando as syllabas, com um doce sorriso e um olhar vago.

—É para uma festa... Qual é a que você sabe?

A neta que até ali ouvia calada a conversa animou-se a dizer alguma cousa, deixando perceber rapidamente a fiada reluzente de seus dentes immaculados:

—Vovó já não se lembra.

O General, que a velha chamava Coronel, por tel-o conhecido nesse posto, não attendeu a observação da moça e insistiu:

—Qual esquecida, o que! Deve saber ainda alguma cousa, não é, titia?

—Só sei o bicho «Tutu», disse a velha.

—Cante lá!

—Yôyô sabe! Não sabe? quá, sabe!