—O Quaresma está doido.
—Mas... o que? quem foi que te disse?
—Aquelle homem do violão. Já está na casa de saude...
—Eu logo vi, disse Albernaz, aquelle requerimento era de doido.
—Mas não é só, General, accrescentou Genelicio, Fez um officio em tupy e mandou ao ministro.
—É o que eu dizia, fez Albernaz.
—Quem é? perguntou Florencio.
—Aquelle vizinho, empregado do Arsenal, não conhece?
—Um baixo, de pince-nez?
—Este mesmo, confirmou Caldas?