A moça sentou-se a uma cadeira proxima e leu no jornal, o requerimento e os commentarios.
—Che! Então?
—O padrinho quer substituir o portuguez pela lingua tupy, entende o senhor?
—Como?
—Hoje, nós não falamos portuguez? Pois bem: elle quer que daqui em diante falemos tupy.
—Tutti?
—Todos os brasileiros, todos.
—Ma che cousa! Não é possivel?
—Póde ser. Os tcheques tem uma lingua propria, e foram obrigados a falar allemão, depois de conquistados pelos austriacos; os lorenos, francezes...
—Per la madona! Allemão é lingua, agora esse acugêlê, ecco!