Coitadita da pobre creancinha!...
A dormir!... Tem nos labios um sorriso...
(Atirando-lhe um beijo)
Recebe um beijo, o ultimo, filhinha!...
(Retirando-se a custo)
Custa-me... mas então? Se me é preciso!
E depois, meu bom Deus, crê, eu vos juro,
Que farei tudo quanto fôr humano
Para vellar por ella no futuro!
(Pausa, depois da qual, com coragem)
Vamos!
(Parando e com desalento)
É bem profundo o desengano!
(Pegando no chapeu)