por ser este um pensamento, inda que delicado e sublime, por elle ja repisado em varios lugares das suas Rimas, e aquelle inteiramente novo e peregrino.

Nota dos editores.

[[4]] Conjectura Faria e Sousa que este Soneto fosse feito a seu avô Estacio de Faria, amigo de Camões, e como elle poeta e soldado.

[[5]] Este Soneto anda impresso nas Rimas de Diogo Bernardes, que o deu por seu.

[[6]] Em resposta ao Soneto: "Quem he este que na harpa Lusitana."

[[7]] Bernardes imprimio este Soneto como seu e é o 77 nas suas Rimas, aindaque os seus mesmos contemporaneos o julgavão de Camões, imprimindo-o na primeira ed. de suas Rimas.

[[8]] A D. Rodrigo Pinheiro, que foi Bispo do Porto, segundo conjectura Faria.

[[9]] A Manuel Barata, famoso professor de Calligraphia no seculo XVI, publicando a sua Arte de escrever em 1572.

[[10]] Á morte de D. Antonio de Noronha, morto em hum recontro com os Mouros, junto a Ceuta em 1553.

[[11]] A sepultura de D. Henrique de Menezes, septimo Governador da India, fallecido em Goa no anno de 1526.