—É uma noticia.

—Noticia de què?

Pensei em dizer-lhe que ia entrar para o seminario e espreitar a impressão que lhe faria. Se a consternasse é que realmente gostava de mim; se não, é que não gostava. Mas todo esse calculo foi obscuro e rapido; senti que não poderia falar claramente, tinha agora a vista não sei como...

—Então?

—Você sabe...

Nisto olhei para o muro, o logar em que ella estivera riscando, escrevendo ou esburacando, como dissera a mãe. Vi uns riscos abertos, e lembrou-me o gesto que ella fizera para cobril-os. Então quiz vel-os de perto, e dei um passo. Capitú agarrou-me, mas, ou por temer que eu acabasse fugindo, ou por negar de outra maneira, correu adeante e apagou o escripto. Foi o mesmo que accender em mim o desejo de ler o que era.


[XIV]

A inscripção.

Tudo o que contei no fim do outro capitulo foi obra de um instante. O que se lhe seguiu foi ainda mais rapido. Dei um pulo, e antes que ella raspasse o muro, li estes dous nomes, abertos ao prego, o assim dispostos: