—Você é exquisita. Vá lá, prometto. Que tem que falasse, assim, por acaso?

—Não quero. Jure!

—Pois isto é cousa de juramento?

—Sem isso, não confio, disse ella sorrindo.

—Juro.

—Jure por Deus Nosso Senhor!

—Juro por Deus Nosso Senhor.


[CAPITULO XI]

Um caso unico!