—Está boa?

—De perfeita saude.

—Nesse caso...

O coronel parou e reflectiu; depois continuou:

—Já sei o que é.

—O que é! exclamou Jorge procurando sorrir.

—Ha-de fazer-se, continuou o coronel; a cousa está a caminho, ha-de fazer-se, não lhe digo mais nada.

E bateu-lhe no hombro, com um gesto que tanto podia dizer: «socegue, capitão», como: «parabens, senhor major.» Jorge entendeu esse trocadilho gesticular, e apertou as mãos do coronel, agradecendo-lhe, não o posto que lhe annunciava, mas a affeição que lhe tinha. O coronel encarou-o paternalmente alguns minutos.

—Subir! Não sonham com outra cousa, rosnava elle comsigo.

E saiu.