—Porque? perguntou a moça erguendo os olhos para elle.
—Não sei se lhe deva dizer porque, acudiu Jorge. E dahi, não se tratando de nenhuma cousa do outro mundo... É verdade que as moças bonitas como a senhora, costumam ser crueis... Não sei... Ha situações um pouco...
—Ridiculas, concluiu Yayá.
—Como ridiculas?
—Por exemplo, a sua.
Jorge enfiou um pouco; mas a um homem de sociedade, Yayá não parecia de força a fazer perder o equilibrio. Sorriu levemente, e retorquiu sem azedume.
—Não é ridiculo ser affectuoso; eu cuidava responder á linguagem de seu coração.
—Suppunha que a ausencia de Procopio Dias me deixava saudades...
—Suppunha.
—Que tem o senhor com isso?